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9 de novembro de 2009



Derrubar o concreto foi um grande passo, mas os muros invisíveis são muito mais difíceis de derrubar. Fico me perguntando quando que o Brasil vai derrubar o seu próprio muro... o da cara de pau e falta de caráter, que vivem em construção e se expondo sem pudor algum!



Jota Cê



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7 de novembro de 2009



Os prazeres sempre tão condenáveis e o azar todo é de quem se limita por conta do medo. A onda boa seria conhecer bem os dois lados, construir o nosso próprio e colocar a mesma paixão na disseminação. O caos ecoa na paz estacionada e eu adoro culpar os dois quando o bicho pega... não ao mesmo tempo, claro!



Jota Cê



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Exaltar o amor que sentimos em alguém, é uma cantoria afinada dentro de uma certeza privada!



Jota Cê



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5 de novembro de 2009



Gosto dessa coisa de exercitar a plenitude que existe dentro de nós. As coisas que percebemos são importantes demais, ainda mais quando conseguimos vivênciá-las na prática!



Jota Cê



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Para alguns o ter vem antes do ser, mas muitos não sabem nem o que significa nem um, nem outro.



~*Rebeca*~



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Quem lê tem orgulho do que sente e assim descobre um mundo melhor.



~*Rebeca*~



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4 de novembro de 2009


Essa consideração que pessoas boas transmitem é uma forma de transformação na vida. Como é gostoso dar e receber nessa troca de sorrisos que são escritos com amizade. Tem que ter aquela estrela iluminada na altura do coração. Palavras sólidas que sabem chegar com delicadeza no nosso mais profundo segredo do peito. E dessa forma o céu de todos os sentimentos deixam escapar os trovões de um querer bem que enfeita uma amizade.



~*Rebeca*~



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3 de novembro de 2009



Faz alguns dias que acabei de ler o livro "O conto do amor" de Contardo Calligaris. O livro fala sobre uma vida passada que um senhor diz ter tido. Depois que o pai morre, deixa para o filho algumas cartas e um caminho a ser seguido em busca de um mistério. Logo no começo pensei que fosse um livro relacionado a reencarnação, mas no desenrolar da história quem ficou preso a uma situação totalmente familiar foi o filho que resolveu desvender o mistério fazendo uma viagem ao local detalhado pelo pai num diário secreto deixado por ele antes da morte. Não gosto muito de escrever resenhas de livros, o que faço é tentar transmitir o que senti quando li. Enfim, deitada na minha rede, na varanda do apartamento, olhando um céu de vez em quando por entre as folhas, pude perceber que todos temos uma vida cheia de vidas. Ninguém nunca conhece o que aconteceu dentro da mente de uma mãe, de um pai, de irmãos, de todos que estão à volta. O que sabemos é apenas o que é pra ser sabido e o resto da situação fica meio que perdido em algum canto dos anos, às vezes, até mesmo, pra não mexer no que está quieto.



Trecho do livro:

"Havia três blocos de texto, separados por linhas horizontais. Li com atenção e afinal entendi de que se tratava: eram cartas que não eram dele e que ele tinha transcrito no diário, talvez para evitar que fossem encontradas e se tornassem objeto de conversa e escárnio(afinal,no mesmo apartamento viviam ele, a mãe, duas irmãs e dois irmãos; não devia haver muitos lugares onde esconder documentos íntimos). Ou talvez meu pai tivesse uma razão mais séria: podia pensar que seu diário era um documento perigoso, comprometedor aos olhos do regime. De fato, se os cadernos que eu tinha lido tivessem caído nas mãos de um censor, meu pai teria levado, no mínimo, a punição padrão: cacetadas e purgatório. Ora, se as cartas fossem, por exemplo, anexadas ao diário, poderiam expor e comprometer mais uma pessoa. Transcritas daquele modo, elas podiam passar despercebidas."




~*Rebeca*~



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2 de novembro de 2009




É muito bom quando somos crianças e somos entupidos de presentes e mais presentes, porque nessa época não fazemos ideia do quanto o exagero estraga alguns conceitos mais pro futuro. Mas aí, quando nos tornamos adultos pensamos e percebemos quanta falta faz aquele carinho, aquele amor falado, aquela atenção curtida que nos guiaria pra lugares seguros em nossa consciência e nos ajudaria a ter um discernimento sem nos sentir como se estivéssemos errando. Quem viveu esse tipo de coisa, essa falta de educação emocional, deveria ter mais consciência e não repetir esse tipo de erro com os próprios filhos!



Jota Cê



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1 de novembro de 2009


Não pude me conter, minha gente, mas tenho que contar essa pra vocês. A mãe do Jota Cê é toda pra frente, mas totalmente ingênua no quesito internet. É uma ingenuidade que beira o ataque de risos em cada paquera que ela arranja virtual. A coroa é bonita, tem uma auto-estima elevadíssima e sabe paquerar. Toda noite quando ela chega do trabalho vai pro computador olhar os seus recados no orkut. Ela tem uma amiga que fica amiga de todos os paqueras dela e no final acaba dividindo a atenção com os caras, enfim, a minha sogra é solidária, afinal tem muitos atrás dela. Jota Cê não gosta nada desse tipo de coisa, tem aquele ciúme da mãe, mas como tem a bonitona aqui pra ele tomar de conta, alivia um pouco pras bandas da casa dele. Ela tem paquera de toda parte do mundo, diz ela, então vou colar o que ele acabou de dizer pra mim:



Olha minha mae: "O cara do Egito fala português..." Aí eu falei: "Ah, é brasileiro...." e ela: "Não, ele mandou uma mensagem em inglês, espanhol e português."








~*Rebeca*~




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O futuro não quer adivinhações... ele se revolta com isso. Temos que viver o dia da vez e confiantes que tudo pode mudar.




~*Rebeca*~




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Gosto de reflexões. Todos nós sentimos diferente diante das coisas e que pode muitas vezes mudar algumas ideias de alguém de fora. Gosto de construir e quebrar de novo.



Jota Cê



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Quando despertamos em outra pessoa um sentimento bom, sem ser visto com outros olhos, o coração escancara as janelas e deixa uma amizade apreciar a vista.



A inveja é uma cara feia e que sempre se esconde no escuro.



~*Rebeca*~



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